≡  

Posts do autor: Carolina Barreto

03
fev
2017

Ultimamente ando vendo muitos vídeos do viner e youtuber Cameron Dallas, e, em uma dessas “viagens” acabei descobrindo o filme Expelled.

Expelled_Poster

Felix é um colegial como qualquer outro, sua única diferença é que quando o assunto é aprontar, o garoto vai ao extremo.

Em uma de suas muitas travessuras, Felix acaba sendo expulso da escola e, para que seus pais não descubram seu novo feito, ele acaba se envolvendo em muita confusão. Falsificar o boletim escolar e chantagear seu diretor são apenas alguns de seus mirabolantes planos. Com a ajuda de seu melhor amigo, o irmão fugitivo e uma nova amiga, ele vai aprontar tudo e mais um pouco.

Comédia não está entre os meus gêneros preferidos quando o assunto é filme, mas, assistir à essa foi especialmente divertido e, posso lhes garantir, ri em quase todas as cenas. Se você é fã desse gênero – e até se você não é – vale a pena conferir esse título.

 

Compartilhe

O verão é uma estação maravilhosa, mas, se não tomarmos os devidos cuidados, podemos acabar “vítimas” dessa época do ano. Hoje eu vou ensinar aqui a receita de uma hidratação caseira que funciona muito com a maioria das pessoas que usa. Quer deixar esse cabelo macio, alinhado e com brilho? Bora para a receita, gente!

Nós vamos precisar apenas de três medidas de creme e duas colheres de açúcar cristal ou mascavo. Agora, basta você mistura, bem de leve mesmo, esses dois ingredientes. Tente não mexer muito, para que os cristais de açúcar não derretam. Esses cristais vão ajudar na esfoliação dos seus fios, deixando-os com muito mais brilho.
Feito isso, basta passar no cabelo (antes ou depois de lavá-lo) e deixar agir por trinta minutos.

Dica: caso você deseje potencializar sua hidratação, adicione uma colher de azeite de oliva extra virgem ou qualquer outro óleo vegetal.

Compartilhe

Hey pessoal, eu estou aqui para falar que, depois de muito tempo, nós estamos oficialmente voltando para a Tirania. Eu e as garotas estávamos passando por um momento bem bad, mas agora estamos de volta. E vai ter post novo todo dia.

As colunas de DIY e decoração estarão temporariamente paradas, pois foram coisas que nós não nos encontramos escrevendo; são coisas que não nos divertiram tanto quanto esperávamos e se nós não nos divertimos escrevendo, o artigo fica chato, batido. Nada melhor que fazer as coisas com amor, não é mesmo?

Estamos de volta e espero que curtam nosso conteúdo.

Categorias: Sem categoria

Compartilhe

As férias estão quase acabando, eu sei, mas, nada melhor nessa época do que consumir muitas séries. E isso foi uma das coisas que eu mais fiz no mês passado. Certo dia, navegando pela Netflix, me deparei com uma série chamadas Witches of East End e ela me chamou muita atenção porque se trata de bruxas, fala sério, quem não ama o universo das bruxas?!

000-2-Witches-Of-East-End-Season-1-2013-640x320

A produção baseada do best-seller de Melissa De La Cruz narra a história de quatro bruxas que foram amaldiçoadas antes de fugir de sua terra natal. Joanna Beauchamp ganhou imortalidade e “gravidez eterna”, se assim podemos nomear. Já suas filhas, Ingrid e Freya só conseguem viver até certa idade da vida adulta, e, depois de sua morte, começam seu novo ciclo no ventre de Joana. Wendy consegue se transformar em uma gata, mas como tal, só tem sete vidas. A trama toda se passa na cidade de East End e, elas passam a primeira temporada inteira tentando se livrar de um metamorfo que sempre assume a forma de Joana e comete atrocidade por aí. Cancelada, a série atualmente conta com duas temporadas e têm seu final em aberto.

Super vale a pena assistir essa série, é a primeira sobre bruxas que eu vejo e, confesso, fiquei totalmente viciada. Estou torcendo com todas as minhas forças para que a série volte a ser gravada, porque, sério, é muito boa.

 

Compartilhe

Júlia B. Tourinho – Eu, cupido.

- Escrever a série "Eu, cupido", se assim me permite chamar, mudou o que em sua vida?

Mudou muita coisa. Quando eu estava escrevendo, eu não fazia ideia de que teria essa repercussão toda, mas graças a essa repercussão eu me senti motivada a continuar escrevendo e postando no wattpad. Hoje em dia não imagino minha vida sem escrever.

- O que fez você escrever "Eu, cupido"?

É difícil dizer exatamente, porque comecei a escrever com 17 anos, daí fiz uma pausa de 5 anos e retomei. O que me fez retomar foi eu ter tido uma ideia para um livro muito parecido com Eu, Cupido. Quando comecei a escrever esse livro, eu pensei "Pera aí! Eu acho que já escrevi algo assim..." Procurei nos meus arquivos e encontrei Eu, Cupido. Achei legalzinho e resolvi terminar de escrever.

- Como você teve a ideia de criar o Paco? (Pergunta de fã: Clara Oliveira).

O Paco é uma criatura muito particular. De novo, não sei exatamente de onde veio a ideia, afinal faz muuuuito tempo que comecei a escrever, mas eu queria que ele fosse fofo e inocente, mas esperto também. Me inspirei em alguns personagens que eu amo de paixão, por exemplo o Peeta de Jogos Vorazes. Mas só a inspiração mesmo, porque, se você for reparar, os dois não são tão parecidos assim.

- Já chegou aquele momento na sua vida em que você precisou escolher: ou fazer tal coisa, ou escrever?

Na verdade, sempre acontece isso. Minha criatividade sempre atiça quando eu preciso fazer alguma outra coisa importante, tipo terminar um trabalho ou estudar para uma prova. Daí eu tenho que escolher, e quase sempre escolhe escrever. Mas, felizmente, nenhuma dessas escolhas estragou minha vida (por enquanto).

- O que você acha do projeto Semana Wattpad?

Acho um projeto super legal! Acho importante que existam projetos assim na comunidade do wattpad. A iniciativa é ótima, e eu estou torcendo para ser um sucesso!

- O que é ser um escritor para você?

Ser escritor é poder viver várias vidas. Como eu não posso ser tudo no mundo, adoro a sensação de fazer meus personagens serem. É quase como se eu estivesse sendo também, por tabela.

- Como foi para você, receber todo esse carinho e retorno no Wattpad?

Foi (e é) muito mágico. Até hoje não consigo acreditar algumas vezes. Meus leitores são as pessoas mais fofas do universo.

 

Compartilhe

Hyana  – Metamorfose.

- Escrever Metamorfose mudou o que em sua vida?

Tudo. Eu sempre fui fissurada em livros e minha família conta que sempre tive a cara enfiada em alguma história. Conheci o Wattpad em maio do ano passado por acaso e percebi que escrever era meu meio de desabafar. Nunca pensei que alguém fosse ler , e nem queria – me considerava muito crua ortograficamente falando. Hoje já estou no meu quarto livro – e percebo que minha escrita hoje é mais profissional devido a prática - tenho pessoas do Brasil todo me acompanhando , mandando energias positivas e seguindo as minhas loucuras no snap.

- Já chegou aquele momento na sua vida em que você precisou escolher: ou fazer tal coisa, ou escrever?

Vivo isso todos os dias (dei uma risada alta com essa pergunta) , todo santo dia eu paro e penso “Como vou me virar pra dar conta de tudo meu Deeeeeeus?”. Juro que é desesperador , a sorte é que com o tempo você cria um jogo de cintura legal.

- O que você acha do projeto Semana Wattpad?

Acho uma ideia sensacional! Eu venho analisando, e cheguei à conclusão de que tem muito escritor bom que merece ser reconhecido e ganhar espaço no meio editorial brasileiro. Os livros de escritores famosos são os que mais predominam, e por vezes sinto falta de algo diferente. E quem escreve no Wattpad tem esse diferencial – pelo menos no meu ponto de vista.

- O que é ser um escritor para você?

É dar a cara à tapa. A gente coloca muito da nossa personalidade, anseios e sentimentos no que escreve, e os leitores muitas vezes não percebem. Perdi as contas de quantas vezes estava magoada e despejei na personagem. Por vezes a gente se perde e quando vê já é um só com a nossa criação e meio que fica impossível separar uma coisa da outra. Pra ser escritor você tem que ser um pouco cara de pau e às vezes viver com a cabeça nas nuvens. É difícil explicar, mas bom demais de viver.

- Como foi para você, receber todo esse carinho e retorno no Wattpad?

Foi um choque! Eu nunca pensei que fossem ler, e quando as pessoas começaram a curtir e elogiar eu não sabia como agir. Eu sou perfeccionista- tanto que vou revisar e modificar o layout de Metamorfose, eu era muito amadora quando o postei - e nunca fico satisfeita com o que faço, então quando um leitor vem e agradece ou elogia, eu me sinto mais leve.

- O que fez você escrever Metamorfose?

Problemas pessoais. Eu só queria colocar meus sentimentos, sonhos ou invenções da minha cabeça em algum lugar. Guardar coisas demais adoece, cada um encontra seu alívio em algo. O meu foi Metamorfose. Ao final do livro eu já me sentia feliz, foi um momento de transição pra mim.

-  Qual foi sua inspiração para escrever esse livro?

Minhas amigas, meu ex-noivo e …. eu. Lavínia é o meu “eu” literário, da mesma forma que Mel do meu livro “Café com Shakespeare” foi baseada em mim. Sempre digo que quando a história faz parte de você ela flui.

- O que te fez não desistir do livro?

Os leitores, sem sombra de dúvidas. Era uma questão de honra termina-lo, tanto que quando postei o último capítulo soltei um suspiro aliviado. Tinha valido a pena o esforço.

- Quando a gente de certa forma 'convive' com você, percebe seu jeito engraçado, e quando para pra perceber, nota que é por esse motivo que seus livros são tão doidos. Já percebeu alguma vez, uma marca que é só sua na escrita de Metamorfose e Café com Shakespeare?

Já notei sim (tive que rir outra vez), e algumas pessoas já disseram que as doses de loucura nos meus livros são absurdas. Outra coisa que chama a atenção das pessoas nos meus livros são as expressões que uso – as que crio e as do tempo da idade da pedra que eu reciclo e jogo nos diálogos.

- Já ficou amiga de algum leitor?

Inúmeros. E mantenho contato até hoje.

- Você tem um site com a @worldcoolture, e sabemos que ele fala muito sobre o Wattpad. De onde surgiu a ideia de criá-lo?

Meus alunos e amigos. Cansei de ouvir gente dizendo que eu levava jeito pra coisa , que deveria tentar. Eu sou MUITO tímida, por incrível que pareça e nunca me vi gerenciando um site , muito menos um canal no Youtube. Hoje eu tenho o site graças a Ana (@worldcoolture) que é um suporte maravilhoso e uma amiga – que era minha leitora – imprescindível. E em breve o site vai ter um canal, não sei como vou fazer pra perder a timidez , mas vai ser mais um desafio a ser vencido.

Compartilhe

Isabela Toscano – O que não fazer antes de morrer.

 

- Escrever O que não fazer antes de morrer mudou o que em sua vida?

Me fez conhecer pessoas maravilhosas e também tive mais confiança em continuar a escrever, coisa que não tinha antes. O feedback foi incrível e eu nem fazia ideia que iria ser assim, e isso foi um máximo porque, com OQNFADM, tive ideia para mais outras e encontrei meu gênero de escrita.
- Já chegou aquele momento na sua vida em que você precisou escolher: ou fazer tal coisa, ou escrever?

Já! Meu grande dilema entre séries/filmes e escrever. Uma vez, estava estudando para a faculdade e esqueci que era dia de postagem. Resolvi que seria uma boa parar o estudo e escrever (não repitam isso em casa). Acontece... huaha
- O que você acha do projeto Semana Wattpad?

Eu adorei! É ótimo para conhecermos novas histórias e autores/autoras.

- O que é ser um escritor para você?

É como se dessem uma história apenas para você e sua função fosse contá-la da melhor forma possível para o mundo. Somos contadores de histórias, reais ou não.
- Como foi para você, receber todo esse carinho e retorno no Wattpad?

Eu fiquei - e ainda fico - chocada. Nunca imaginei que seria assim e sou muito grata a todos!

- O que fez você escrever O que não fazer antes de morrer?

O tédio (nada de palavras bonitas, me perdoem, mas é a verdade).

- Qual foi o feitiço que você usou na história para me deixar tão viciada? Sério, eu roubava wifi do vizinho quando você postava capítulo! - @CarolBSilva

AI, MEU DEUS! Não sei, me ajuda! hauha

- Como você entrou no Wattpad? - @analiciam_

Uma amiga - a que fez a pergunta, inclusive hauha - pediu para que eu lesse a história dela e eu amei (tanto a história quanto o aplicativo), então a Ana me ensinou a mexer em tudo. E haja paciência!

- A personalidade da Alice é baseada na sua? - @Kimtrouxaever

Não, mas ela tem algumas coisas minhas. Tipo acreditar em ET................ hauhaua.

- Onde surgiu a ideia de OQNFADM? - @SenhoritaPudim

Nem eu sei. Apenas estava entediada, então abri o word e comecei a escrever. As coisas começaram a surgir e formaram a história.

- Qual personagem dos seus livros você se identifica mais? - @thebenedetti

Júlia, - a japonesa - e Apolo, mas também tenho um pouco de Amélia e Ana.

- Você sempre gostou de escrever ou alguma coisa que te motivou? - @VictoriaFonsecaG

Sempre pensei em histórias, eu vivia no mundo da Lua imaginando cenas e diálogos. Então eu comecei a ler alguns livros do Nicholas Sparks e pensei ''Vou tentar''. Deu no que deu.

- Porque protagonistas só com “A”? - @oppstefany

Não foi combinado, eu juro. Só depois de montar os esqueletos das histórias que me dei conta disso.

- Como surgiu a ideia de escrever seu livro? - @jadebmx

Alguns, como O Que Não Fazer Antes de Morrer e Alice e o Raio foram o tédio e a vontade de escrever qualquer coisa. Geralmente, a ideia vem quando encontro um nome, porque junto dele vem toda uma história.

- Você tem planos de transformar seus livros do Wattpad em físicos? - @LaraVazGalindo

Acho que todos nós que postamos lá temos. É bem difícil, mas se Deus quiser - e ele quer, eu acredito -, vou conseguir publicar.

- Quem é seu personagem preferido de Friends? Qual sua série favorita? E filme?

Quando você vai mandar um Apolo pra mim? (HAHAHAHHAHA, brincs).

Monica Geller, porque ela é a melhor sim - Mondler na veia, o resto na cadeia. How I Met Your Mother. Remember me. Quando eu encontrar um, eu mando, mas vai precisar dividir com todo mundo uhauah

- Quando vamos saber mais sobre o pai e o passado de Caleb? - @as_lokas_das_fanfic

ALERTA SPOILER - ou não:num dos últimos capítulos, haverá um POV do Caleb e lá será citado um pouco sobre seu pai.

Compartilhe

Tânia Picon – Em dose dupla.

- Escrever Em dose dupla mudou o que em sua vida?

Na verdade não mudou nada (risos!). Mas deve ser porque ele é o meu livro dezenove, deve ter sido uma sensação diferente de quando eu fiz o primeiro, só que eu não me lembro (foi em 2007 e eu sou muito esquecida!). Eu me envolvo com os livros quando estou escrevendo, me apaixono pelos personagens, mas acho que sou volúvel porque logo sigo em frente e me apaixono por outros (os personagens do próximo livro). Em geral, termino uma história já com outra na cabeça.

Ah, tem uma coisa que mudou, por causa do Chris Evans, a inspiração do meu mocinho: eu descobri o capitão América e os super-heróis. Até comecei a escrever um livro com uma mocinha com superpoderes.

 

- Já chegou aquele momento na sua vida em que você precisou escolher: ou fazer tal coisa, ou escrever?

Atualmente eu não ando com muito tempo para escrever. Só quando a inspiração vem muito forte e eu preciso escrever é que eu dou um jeito. Não é muito fácil conciliar a rotina de escrever com a minha vida corrida.

Escrever não é a minha profissão, é o meu lazer. O que eu amo fazer. O que me relaxa. Mas eu não forço, quando eu tenho vontade escrevo. E não é uma escolha. Eu não escolhi escrever, às vezes eu nem quero, mas eu preciso. Tem uma frase que se encaixa bem comigo: “sou do tipo que escreve para não enlouquecer.”

 

- O que você acha do projeto Semana Wattpad?

Acho muito legal, um excelente modo de promover a literatura nacional. Vou dizer que antes do ano passado (2015), quando eu descobri o wattpad, eu não gostava muito dos livros nacionais, porque não encontrava o tipo de livro que eu gosto (no estilo Meg Cabot, Sophie Kinsella, Rachel Gibson e agora Carina Rissi!!), e encontrei várias escritoras talentosas no wattpad. Muito livro de excelente qualidade mesmo.  Eu consegui publicar o meu livro por causa do wattpad e sua visibilidade, e espero que outros consigam o mesmo.  Estou até começando uma biblioteca com livros de escritoras que eu conheci no wattpad.

 

- O que é ser um escritor para você?

Isso é uma coisa estranha: eu não me sinto uma escritora. Mesmo gostando de quatorze dos livros que eu escrevi (sem incluir os contos nessa lista), eu acho que eu sou apenas uma pessoa que escreve. Deve ser porque escrever não é a minha profissão. Na verdade, eu sou dentista. Inclusive, já fiz uma personagem dentista-bailarina e uma dentista-cantora, para mostrar que na vida a gente pode fazer mais de uma coisa. E eu sou uma dentista que escreve. Porque podemos, mesmo, ser mais de uma coisa.

 

- Como foi para você, receber todo esse carinho e retorno no Wattpad?

Atualmente posso dizer que adoro o wattpad, mas demorei um monte para que as pessoas me descobrissem. Fiquei uns bons meses com a sensação de estar postando para as paredes, para ninguém, mas continuei mesmo assim, devagar e sempre.

Adoro os meus leitores, os antigos e os novos que chegam a cada dia. Adoro a interação, as trocas e estou aprendendo a lidar com as críticas, para melhorar com elas. Embora no wattpad eu ganhe muito mais mensagens fofas, que eu amo, do que críticas.

Estou com o meu primeiro livro publicado prestes a chegar (ele estava em pré-venda no mês passado) e com mais de nove livros na Amazon (que são diferentes dos que estão no wattpad), e mesmo assim acho que nunca vou sair do wattpad, por causa dessa interação com os leitores.

 

- O que fez você escrever Em dose dupla?

Depois que eu terminei de escrever “As maravilhas de Alice” fiquei pensando em fazer uma história para a irmã dela, a Thaís que é a protagonista de Em dose dupla. Ela terminou a da Alice com 21 anos e com uma história aparentemente bem resolvida, mas eu pensei: “ela só tem 21 anos, posso fazer o que eu quiser com ela.” Daí dei um pulo de seis anos no tempo e a história da Tatá começou a surgir.

Foram várias as inspirações. As minhas filhas gêmeas, já que aqui em casa é tudo em dose dupla. Um documentário sobre gêmeas coreanas que eu vi na Netflix (cito esse documentário na história). E a inspiração para o mocinho veio depois que eu assisti o filme “Qual é o seu número?” (que eu também cito na história). O filme é bobo, mas o Chris Evans tá muito gato nele.

Compartilhe

Oi minha gente!

Na sugestão de série hoje, eu vou ousar e indicar um dos meus dramas coreanos prediletos; os doramas são um gênero de série que eu particularmente adoro, por, justamente, englobar a televisão oriental que muitas vezes tem filmes e séries maravilhosos, mas em sua maioria, todos legendados, o que faz com que algumas pessoas percam o interesse. Enfim, vamos à série.

Noble, my love foi um K-drama que me encantou bastante, além de ser o primeiro que eu assisti na vida, a história é maravilhosa, engraçada e muito cute-cute.

4787_NobleMyLove_Nowplay_Small1

Cha Yoon Seo é uma veterinária que, com muito sacrifício conseguiu abrir sua clinica veterinária e Lee Kang Hoon um jovem CEO. Ao salvar a vida de Kang Hoon, Yoon Seo muda a vida do rapaz e, consequentemente a sua também.

A sinopse esta mega curta, assim como o K-drama, que tem alguns episódios que duram entorno de 10 à 12 minutos. E é isso, pessoal. Assistam, o drama é um dos meus prediletos.

Ah, e o drama é um dos poucos disponíveis na Netflix e um dos muitos no DramaFever.

Compartilhe

Ana Elise é uma garota de quase dezessete anos - como ela diz - que tem sua vida virada de cabeça para baixo. De uma para outra ela se vê obrigada a deixar Curitiba para morar em Guaratuba, uma cidade no litoral do Paraná, com seu pai biológico Raul e sua família a quem ela não sente nada além de desprezo.

 O que ela não sabe é que essa cidade lhe reserva muitas coisas.

Amizades novas, uma irmã caçula apaixonante, uma viagem no passado de seus pais e o amor. Ah o amor! Esse vai lhe pegar uma bela peça, ou melhor, duas belas peças, Davi e Vinícius são seus nomes.

 Elise vai experimentar o que é o amor, a dor da escolha e o alívio do perdão. Ela vai descobrir que às vezes de ponta cabeça é o lado certo.

 

FBZ0igM

Leticia Anello conta em Blue, a história de Ana Elise, uma garota de quase dezessete anos, cabelos azuis e personalidade forte que acaba de perder os pais, precisando mudar-se de Curitiba para a cidade de seu pai biológico, a quem ela chama carinhosamente de ‘doador de sêmen’.

Ao ser obrigada a mudar para a casa de Raul, a quem Lise não pronuncia o nome há um bom tempo, a garota é obrigada a conviver não só com o próprio, mas também com os filhos de sua atual esposa. Arthur, um rapaz simpático e muito amável (deixando bem claro que ele era o meu shipper desde o começo), Amanda, uma garotinha fofa que de cara conquista Lise, e Ana Bárbara (ou Babi, como ela prefere ser chamada), a garota que promete fazer da vida da nossa protagonista um inferno.

Mas, um certo dia, Lise resolve fugir de casa, e acaba conhecendo Vinicius, o garoto de olhos chocolate que conquista sua confiança logo de inicio e, para ajudar, lhe dá um apelido que prega como chiclete: Blue. Referência aos lindos cabelos azuis da moça.

Se fosse possível estar interessada em duas pessoas ao mesmo tempo, esse seria o caso de Blue, que divide seu coração entre Davi (o ex namorado de Babi) e Vinicius (o garoto pobre a quem Raul condena). Façam suas apostas, pois agora Lise vai ter que decidir com quem ficar. Lembrando: nem sempre o certo é o melhor a se fazer...

Blue foi um livro que me conquistou a partir da sinopse. Uma história bacana, com a doze certa de maluquice e com uma protagonista que me inspirou a querer pintar os cabelos de azul (minha meta para 2017, se Deus quiser). Eu simplesmente adorei o livro, parabéns Leh. Ah, antes de acabar, quero deixar claro que você é tão fofa, tão queria, que sinto vontade de botar você dentro de uma bolinha de cristal e guardar dentro do meu armário hahaha.

Compartilhe